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Familia Scariot

Família Scariot

Um breve histórico da família Scariot.

 

 

 

Por Gilberto Scariot

                                                A ORIGEM

                        São muitas as informações obtidas por contatos com parentes de outros ramos da família Scariot, espalhados pelo Brasil. Porém o que se tem de mais concreto por enquanto é que a família tem origem na Europa, sendo que existem muitos relatos da França e da Itália. Porém os imigrantes que vieram para o Brasil, pelas informações obtidas até agora, vieram todos da região do Veneto, no norte da Itália, sendo a grande maioria originárias da pequena comuna(cidade) de “Seren Dell Grappa”, e alguns de outra comuna vizinha “Feltre”, ambas circundam Belluno.

                        Pelas fontes consultadas até hoje, constata-se que todos os descendentes da família Scariot que estão no Brasil são parentes, pois os imigrantes “Scariot”  vieram da região do Veneto, norte da Itália, e tinham algum parentesco entre si.

                        A IMIGRAÇÃO

                        Parte dos “Scariot” que sairam do norte da Itália, foram obrigados a abandonar sua terra, pois no  século XIX, aquele pais foi marcado por uma intensa expulsão demográfica na Europa. O alto crescimento da população, ao lado do acelerado processo de industrialização, afetaram diretamente as oportunidades de emprego naquele continente. Estima-se que, entre 1870 e 1970, em torno de 28 milhões de italianos emigraram (aproximadamente a metade da população da Itália). Entre os destinos principais estavam diversos países da Europa, América do Norte e América do Sul. Giacomo Scariot, migraram para a America do Sul, com destino a serra gaucha, no sul do Brasil.

                        A longa e dura viagem dos imigrantes italianos, começava pela travessia do Atlântico, realizada em navios sobrecarregados e em jornadas com duração de mais de um mês.

            No Rio de Janeiro, após a quarentena na Casa dos Imigrantes, os imigrantes, em barcos a vapor, rumavam até Porto Alegre. De Porto Alegre, seguiam até Montenegro, São Sebastião do Caí ou Rio Pardo.

                        As fadigas do percurso, a má alimentação, a falta de abrigo nas paradas e mesmo em Caí, Montenegro e outros pontos - chegando os colonos a dormir nas ruas e praças - eram causa de doenças e, segundo consta, até de mortes, não apenas de crianças, mas também de adultos

                        A subida em direção a serra gaúcha demorava de dois a três dias, a pé, no lombo de animais ou em carretas. Nas colônias, os imigrantes eram abrigados em barracões, aonde, com suas famílias, aguardavam, normalmente por muito tempo, até seu destino final e principal objetivo: a terra, sua terra para plantar.

 

                        A conquista do sonho de “far la Mérica”, exigia muito esforço. A mata virgem tinha de ser desbravada, a casa para morar tinha de ser construída e a terra preparada para receber as primeiras sementes.


                        Nesta fase, enquanto esperavam o resultado das primeiras colheitas, o pinhão, a caça e a coleta, a comercialização da madeira e eventualmente, o trabalho assalariado e periódico na abertura de estradas e caminhos ajudaram a afastar a fome


                        Era preciso conquistar a terra pelo trabalho. Trabalhar para viver e trabalhar para pagar a terra. Nos depoimentos de imigrantes, o sonho de colheitas abundantes e as facilidades de plantio que a velha Itália não podia mais oferecer seria concretizado na serra gaúcha, através de muito trabalho.

 

                        Os imigrantes da família Scariot se dirigiram para o interior de Caxias do Sul, sendo que a família de Giacomo Scariot recebeu seu lote nas proximidades da Serra das Antas, onde hoje localiza-se a cidade de Antonio Prado.

                       

                        Como a única força de trabalho era a mão de obra, criou-se uma cultura de gerarem famílias numerosas, e conseqüentemente isso provocou a escassez de terra para trabalhar.

                        Assim os descendentes de Giacomo Scariot, e alguns de seus parentes viram-se obrigados a migrarem para novas terras em busca de espaço para trabalharem. E ai os Scariot rumaram para Tapejara, Charrua, Sananduva, Marau, Ronda Alta e outras localidades no norte e nordeste do Rio Grande do Sul. 

 

                        FAMÍLIA SCARIOT EM TAPEJARA                 

                        Em Tapejara a imigração Scariot iniciou-se com a vinda de Antonio Prado, do Italiano Ângelo Scariot, que veio da Itália com seu pai Giacomo.

                        Também imigrou para Tapejara um  primo do Ângelo, de nome João Scariot, que conforme informações obtidas com Antonio  Scariot, residente na Linha Parizoto, aqui em Tapejara, este teve com sua esposa Maria Rech, quatro filhos de nome, Primo, Santo Abele  e Ana.

            O que temos de mais preciso sobre a família Scariot em Tapejara, é a história do italiano que residia em Vista Alegre, então pertencente ao município de Tapejara, de nome Angelo Scariot, que nasceu em 1872,  no Distrito de Feltre, na Comuna de Serren Dell Grappa, Província de Beluno. O  Angelo Scariot era filho de  Giacomo Scariot que por sua vez nasceu em 1832 na Itália, era casado com Maria Scariot (Itália).  Giacomo Scariot que trouxe seus filhos Ângelo e outros irmãos que ainda não temos relatos, faleceu em 24/08/1916, na Linha Silva Tavares, Antonio Prado, Brasil, com 84 anos (Certidão de óbito n 82, Livro C-3, folha nº 244F, Serviço Registral Público de Antonio Prado, RS).

                        Seguindo a história do Ângelo, este casou em 27/11/1898, na cidade de Antônio Prado com Maria Scaglia, nascida em 1872 na Communa Trizzinio, Distrito de Valdagno, Província de Vicenza, Itália (Certidão de Casamento nº 54, Livro B -1, folha nº 82F, Serviço Registral Público de Antônio Prado).

                        Mais tarde Ângelo enviuvou de Maria Scaglia, que faleceu ainda em Antonio Prado. Casou-se então, com Tereza Prigoli em Caxias do Sul.

                        Bem se você quer saber se é descendente do Ângelo Scariot, pergunte para seu pai ou sua mãe se eles são netos ou bisnetos dos filhos do primeiro casamento de Ângelo: José Scariot, João Scariot Sobrinho, Pedro Scariot, Constante Scariot, Matilde Scariot. Ou ainda, dos filhos do segundo casamento: Antonio Scariot, Maria Scariot, Vitório Scariot, Guilherme Scariot, Amabile Scariot, Rachele Scariot.

                        O Ângelo Scariot Faleceu em 07/12/1941, em Vista Alegre, no município de Tapejara, RS, onde residia e foi sepultado (Certidão de óbito, nº638, Livro 04/C, Fls. Vº. 67/8, Registro Civil Publico de Tapejara).

                        A FESTA – 2ª SCARIOT FEST

                         Hoje o numero de seus descendentes já passa o numero de 1.500 pessoas, que estão sendo convidados com os demais descendentes de parentes da família, a participarem do 2º Scariot Fest ( Encontro da Família Scariot), a ser realizado dia 07 de novembro, no Centro Comunitário, da Paróquia de Tapejara, RS, com a seguinte programação:

2ª Scariot Fest ( Encontro da Família Scariot)

Dia 07 de Novembro de 2010-10-02

Centro Comunitário  - Tapejara RS

           Todos os descendentes estão convidados:

*      9:00  Recepção e cadastramento.

*      10:00 Missa(na Igreja matriz)

*      11:00 Apresentação do histórico

*      12:00 Almoço de confraternização.

*      13:30 Sessão de fotos da família, por ramo e descendências.

*      14:30 Espaço Aberto e segue com festividades.

 

Contatos para confirmação: ( Até 03 de novembro)

Gilberto Scariot, Av. 7 de Setembro, nº 1098, sala 02, anexo ao Posto Scariot,  Tapejara – RS.

Fones: (54) 3344 0108    -     9989-1419

Juliano Scariot   9964-1527 (Escola Barão – noite)

Laurindo Scariot  9932 – 0837 (Vista Alegre).

Ingressos:

Ø  Posto Scariot  - (54) 3344 1038

Ø  Scariot Tintas   - (54) 3344 1125

Ø  Scariot materiais P/ Construção – (54) 3344 2488

A aquisição do ingresso é sua confirmação.

Acesse o site: www.scariotadvocacia.com.br

Clique aqui para ver Fotos da História da Família Scariot